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Momento confissão: nunca me liguei muito no Dia Internacional da Mulher. Sempre achei (e continuo achando) que a mulher deve ser valorizada todos os dias. A mulher deve ter os mesmo direitos do homem, porém deve se guardar o direito de ser diferente do homem. De ser mulher em sua essência. De ser alma, coração, sensibilidade. De ser esteio da família também. De dar um tempo para se dedicar aos seus filhos, se quiser. Mas, também, de ter a liberdade de investir em sua carreira, com as mesmas oportunidades que qualquer indivíduo do sexo oposto. Acredito que a mulher pode, inclusive, romper com os extremos extenuantes que o feminismo impõe. A nova palavra de ordem para a mulher é o equilíbrio. Bem, talvez seja cômodo pra mim pensar assim, porque nasci já gozando de todas as prerrogativas conquistadas por tantas outras mulheres corajosas e em um país com ampla liberdade.

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Também me sinto muito confortável em perseguir esse equilíbrio. Porque eu tive e ainda tenho exemplos de mulheres fantásticas que me mostram que isso é possível. Sim, há mulheres com contribuições notáveis para a humanidade e eu poderia citar diversas aqui (ok, aqui vão algumas, só pra não perder a viagem: Zilda Arns, Marie Curie, Coco Chanel, Audrey Hepburn, Clarice Lispector…).

Mas, as mulheres que mais me influenciam são aquelas com as quais tenho o privilégio de conviver bem perto de mim. Mulheres reais, mulheres tangíveis. Minha mãe Tânia, que sempre conseguiu conciliar vida profissional e maternidade e ainda encontrar tempo para cuidar de si mesma. Minha irmã Paula, que equilibra uma jornada cansativa de trabalho, casa, marido e ainda encontra tempo para cultivar seu relacionamento com Deus e se dedicar à igreja. Minha avó Nancy, professora (profissão tão desvalorizada, atualmente), que me ensinou a ler e escrever minhas primeiras palavras e me presenteou com algumas das minhas melhores memórias de infância. Minha tia Elvira, que foi a primeira dentista mulher no Brasil a fazer uma pós graduação em Ortodontia, teve uma carreira bem sucedida, soube gerenciar seu consultório e, mesmo apesar de não ter filhos biológicos, sempre doou amor de mãe para seus sobrinhos. E a quinta mulher, a minha doce bebê, a minha Julia. Só por ela existir, eu já sinto me sinto impelida a ser uma mulher melhor e a alcançar esse tão almejado equilíbrio. Ao ganhar a Julia, eu pude descobrir uma das coisas mais maravilhosas de ser mulher: a maternidade! Pequenas mulheres notáveis. Às mulheres da minha vida, todo o meu amor, a minha admiração e a minha gratidão. Sempre.
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E para você? Quais são as mulheres que mais influenciam a sua vida? Fale pra gente, aqui nos comentários. Vamos adorar ouvir as suas histórias! Termino esse post com uma homenagem para todas as nossas leitoras, para todas nós mulheres extraordinárias, com o desejo de que em algum dia, em breve, todas as mulheres do mundo inteiro, possam ter acesso às mesmas liberdades e direitos aos quais nós temos acesso. Que todos os dias, sejam as mulheres valorizadas e respeitadas, não só no Dia Internacional da Mulher.

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Fotos e edição: Minha Filha Vai Casar